21 de agosto de 2009

"Uma comuna no Alentejo"

Capítulo XVI da obra "Os Operários" de Raul Brandão.
(clicar sobre as imagens para ampliar)










20 de agosto de 2009

"Contraste" (1958)

19 de agosto de 2009

Uma inesperada compra, no Funchal

Retido por umas horas no Funchal, após uma visita de médico para resolver uns assuntos profissionais, deparei-me numa livraria do centro da cidade com um livro que comprei sem pensar duas vezes, não tivesse abundantes referências a António Gonçalves Correia, o bisavô da minha mãe, meu trisavô, portanto.

António Gonçalves Correia foi uma figura ímpar da história alentejana do início do século XX. Anarquista por convicção, e humanista por natureza, devotou a sua vida a um género de pregação das virtudes humanas, da bondade do homem e das suas condições naturais para resolver as brutais contradições desta vida.

O livro, que ainda não comecei a ler, relaciona-o (e à Comuna da Luz, situada no Monte da Fornalha, em Odemira) com José Júlio Costa, o homem que matou o "presidente-rei" Sidónio Paes, a 14 de Dezembro de 1918. De acordo com os autores, a Comuna da Luz é um elemento chave na definição do futuro do país e da República. Estranhamente, pouco se tem investigado e escrito sobre o assunto específico desta comunidade de homens-livres de Odemira.

Voltarei ao assunto, depois de concluída a leitura. Tratou-se, de facto, de uma inesperada compra, aqui no Funchal, tão longe de Odemira.

(Texto publicado no Blogue "Fluir de Espumas")